Pular para o conteúdo

instituto

Curso Open Journal System

Curso Open Journal System

    Curso Open Journal System ofertado pela UFRN na modalidade EAD no período 16 de abril a 04 de junho de 2025.

    Lançamento do GAEPE-RN

    Lançamento do GAEPE-RN

      Lançamento do GAEPE-RN irá ocorrer no dia 17 de março de 2025, das 9h às 13h, no auditório da Procuradoria Geral de Justiça, em Natal.

      Escala de Kardashev

      Escala de Kardashev

        A Escala de Kardashev é uma classificação teórica proposta pelo astrofísico russo Nikolai Kardashev em 1964 para medir o nível de desenvolvimento tecnológico de uma civilização alienígena.

        História da Educação Profissional no Brasil

        História da Educação Profissional no Brasil

          História da Educação Profissional no Brasil

          Para compreender a educação profissional no Brasil, é preciso conhecer aspectos da do Brasil. Observe que há hoje muitas visões e abordagens possíveis em história.

          Em primeiro lugar, é bom lembrar que o Brasil foi colonizado pelos portugueses no século XVI. Eles buscavam a extração de madeira valiosa, como o pau-brasil, metais preciosos, especiarias ou gêneros alimentícios produzidos na colônia, como o açúcar ou, mais tarde, o café.

          e Técnica no Brasil Colônia

          Essa cultura extrativista baseia-se, inicialmente, ora em trocas com os índios, ora na sua escravização, mas se fortalece e ganha novas proporções com o sequestro de africanos para serem aqui escravos.

          O extrativismo consiste em levar os “bens” da colônia à metrópole, privilegia a cultura de poucos produtos em grandes propriedades e impede o desenvolvimento econômico e social local.

          Portugal, em particular, dependia desta cultura extrativista. Tendo esta base econômica, não desenvolveu uma pré-industrialização no mesmo ritmo dos outros países europeus. Esta econômica do período colonial, ao menos até 1808, refletiu-se na proibição da indústria no Brasil. 

          Alvará de d. Maria I que proíbe o estabelecimento de fábricas e manufaturas no Brasil
          Alvará de d. Maria I que proíbe o estabelecimento de fábricas e manufaturas no Brasil

          Em 1785, diante do crescimento da indústria têxtil, a rainha D. Maria I publicou alvará proibindo o estabelecimento de fábricas e manufaturas no Brasil. Assim, só ficariam liberadas para a produção, como escrito no alvará, “fazendas grossas de algodão, que servem para o uso, e vestuário dos negros, para enfardar, e empacotar fazendas, e para outros ministérios semelhantes”

          Assim, segundo a famosa frase de Gilberto Freyre, no seu clássico Casagrande e Senzala, que tratou da nuclear da colônia, “formou-se na América tropical uma sociedade agrária na estrutura, escravocrata na técnica de exploração econômica, híbrida de índio – e mais tarde de negro – na composição”.

          Dois pontos merecem destaque neste período histórico que chamamos de Brasil Colônia, de 1500 a 1822, apontados por José Rodrigues (2002) em sua resenha da História do ensino industrial no Brasil, obra clássica de Celso Suckow da Fonseca: a atuação dos jesuítas e a descoberta do ouro.

          A atuação dos jesuítas

          Os jesuítas encabeçavam iniciativas educacionais e “difundiam o ensino de ofícios manuais”. De acordo com os autores, porém, tais tinham apenas o intuito de atender “necessidades materiais, tais como as construções de capelas e a confecção de instrumentos, como anzóis e facas” ou algumas atividades agrícolas. Com as reformas atribuídas ao Marquês de Pombal, conhecidas como relacionadas ao “despotismo esclarecido”, na segunda metade do século XVIII, os jesuítas foram banidos de todas as colônias portuguesas.

          A descoberta do ouro

          A descoberta do ouro gerou profissões ligadas à produção e beneficiamento do metal. Porém, isso levou a um grande êxodo para as novas vilas criadas, deixando abandonadas as profissões de ofícios ânicos. Cartas régias chegaram a ser expedidas para proibir este esvaziamento (RODRIGUES, 2002, p.6).

          Neste contexto psicossocial e produtivo, caracterizado pela forte presença do trabalho escravo e por grandes latifúndios, as técnicas evoluíam pouco. De acordo com Holanda (1995, p. 51), não havia “esforço sério de nas demais atividades produtoras”, mas sim, estagnação das técnicas agrícolas, devido ao clima e às grandes extensões de terra, as quais dispensavam o cuidado necessário com a terra na agricultura de países mais limitados geograficamente.

          Este autor também compara a diversificação dos ofícios e o status dos grêmios de oficiais mecânicos constituídos no século inicial da conquista de Lima, no Peru, com o que se tinha no Brasil na mesma época. Segundo Holanda, a capital peruana já contava com “alcaides jurados e vedores, taxa de jornais, exames de competência, inscrição, descanso dominical obrigatório e fundações pias de assistência mútua nas diversas confrarias de mesteirais” (Id. Ibid.). Algumas corporações possuíam regimento, capela na igreja e asseguravam pensões comparáveis a aposentadorias para as famílias dos agremiados.

          Holanda (1995, p. 51) lista grêmios de sapateiros, botoeiros, barreteiros, esteireiros, manteiros, algibebes, taberneiros, sombreireiros, espadeiros, guitarreiros, oleiros, saboeiros e ferreiros, fazedores de talabartes, cirurgiões e os barbeiros negros e mulatos, seleiros e fabricantes de jaezes e guarnições, fundidores, ebanistas, carpinteiros, alarifes, alvanéis, curtidores, surradores de couro, cerieiros, luveiros, chapineiros, alfaiates ou costureiros, confeiteiros e pasteleiros.

          Vale notar que a maioria destes oficiais mecânicos era composta de índios e mestiços. Tais grêmios foram organizados no Peru pelos governantes para garantir que o império prosperasse, apesar do seu declínio e dos problemas com a mineração.

          Já no Brasil, tais organizações não floresciam com esta magnitude, devido à dominância do trabalho escravo e à indústria de cunho caseiro, que possibilitava aos ricos uma certa independência, porém impedindo o desenvolvimento do comércio. Assim, o Brasil sofria a falta de artífices livres em grande parte das suas cidades.

          Continue a ler »História da Educação Profissional no Brasil
          Amigos

          Lillördag: a semana de 4 dias úteis da Suécia

            Lillördag, em sueco significa na prática “pequeno sábado”. É uma tradição cultural nórdica que considera a quarta-feira uma oportunidade para pequenas celebrações, como se fosse um fim de semana mais curto.

            5 tecnologias chaves para países liderarem a nova economia

              ais de inteligência dos EUA emitiram um alerta severo: o status da América como uma superpotência global depende da manutenção da liderança em cinco tecnologias-chave – e os rivais da América estão tentando roubar cada uma delas.
              As cinco tecnologias são inteligência artificial, computação quântica, biociência, semicondutores e sistemas autônomos, de acordo com um novo relatório da comunidade de inteligência.

              Documentário O amanhã é hoje

                O webdocumentário “O Amanhã é hoje – o drama de brasileiros impactados pelas mudanças climáticas” mostra que os impactos do clima já alcançaram todos os brasileiros, estejam na cidade, no campo ou na floresta.